A PILHA ELÉTRICA. QUANDO USAR LEMBRE-SE DE VOLTA!

No final do século XVIII, o anatomista Luigi Galvani observou contrações musculares em rãs em contato com fios de metais e interpretou o fenômeno como causado pela “eletricidade animal”

Entretanto, o físico Alessandro Volta notou que eletricidade não se originava dos músculos da rã, mas sim dos metais e que os tecidos do animal apenas conduziam essa eletricidade. Com esse ideia, no ano de 1800, Alessandro Volta inventou a pilha elétrica!

A pilha de Volta é constituída por um disco de cobre e um de zinco, separados por um de feltro embebido com ácido sulfúrico. O zinco e o cobre reagem com o ácido liberando elétrons. Porém, o zinco reage mais fortemente liberando mais elétrons (mais íons Zn++ se deslocam para o feltro, deixando elétrons para trás). Assim, há maior acúmulo de elétrons na placa de zinco. Se colocamos um fio condutor ligando o zinco com o cobre, os elétrons se deslocam para o cobre. O deslocamento desses elétrons é a corrente elétrica. É assim que funciona uma bateria!

O aparelho de Volta era composto de vários discos colocados um sobre o outro de modo a formar uma pilha. Daí surgiu o nome pilha, o qual é utilizado até hoje para as pequenas baterias modernas.

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